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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Wilson no governo

Uma fonte muito próxima do governador eleito Pedro Taques revelou que a grande surpresa da composição do futuro governo será a escolha do ex-prefeito e agora eleito deputado estadual Wilson Santos para ocupar a Secitec (Secretaria de Ciência e Tecnologia) ou Setas (Secretaria de Trabalho e Assistência Social). Taques sempre foi muito amigo de Wilson Santos e quer aproveitá-lo no seu staff. É a volta do Galinho por cima na política mato-grossense. Vamos aguardar.
Desgaste desnecessário

 O vice-governador eleito Carlos Fávaro (PP) parece que ainda não tem a noção do cargo que assumirá em 2015. Isso ficou claro na segunda-feira, quando resolveu participar da mobilização realizada em Lucas do Rio Verde em favor dos presos na Operação Terra Prometida. Por mais que afirme que esteve no protesto enquanto produtor rural, sua imagem não mais se descola da figura de vice-governador, o que atinge diretamente o governo de Pedro Taques (PDT).

Esperança

Resta a esperança de que os Ministérios Públicos Federal e Estadual, bem como Receita Federal e Polícia Federal, deem uma  resposta a esse suposto escândalo denunciado pelo deputado José Riva. Ele alardeou que entregou todos os documentos que comprovam a fraude fiscal aos organismos de fiscalização e a sociedade espera que mais esse caso vergonhoso seja passado a limpo. 

Acordão

Não se deve esperar nada da CPI instalada para investigar a cooperativa que supostamente beneficiava o grupo Bom Futuro, do empresário Eraí Maggi. O que mais se comenta nos corredores da Assembleia é de que está em curso um acordão para nada se apurar contra Eraí. Aliás, o deputado Riva não tem feito nenhum esforço para levar adiante a CPI, inclusive retirou ontem o pedido de convocação de Eraí da pauta. Tudo cheira um acordão mesmo. Em tempo: Eraí é um generoso financiador de campanhas eleitorais, portanto, tido como exímio negociador. 

Picaretagem

Antes era motivo de orgulho se apresentar como empresário do agronegócio. Motivo de respeito. Hoje, após operações da Polícia Federal e denúncias de envolvimento de cooperativa em atos ilícitos, o agronegócio virou sinônimo de picaretagem e trambicagem. A sociedade espera que os MPs Estadual e Federal, bem como a Polícia, continuem investigando para expurgar os maus empresários do setor. Seria interessante que as investigações chegassem ao Banco do Brasil, que financia bilhões ao setor e recebe como garantia terras públicas surrupiadas de pequenos assentados. Chega de tanta vergonha.

Reprovada

Parece que a bruxa anda solta em Várzea Grande. Depois da Operação Camaleão, que teve como finalidade desbaratar uma organização criminosa que fraudava licitações para o desvio de recursos públicos, o prefeito Walace Guimarães (PMDB) teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Se a Câmara mantiver a reprovação das contas, Walace fica impedido de concorrer a cargo público em razão da Lei da Ficha Limpa.

Espera

Quem está na expectativa é o suplente de senador José Medeiros (PPS). Até o dia 19 deste mês, Pedro Taques (PDT) renuncia à vaga, uma vez que será diplomado governador de Mato Grosso. Na sequência, Medeiros assume pelos próximos 4 anos. 

Poucas & Boas

Secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, se reuniu ontem com o governador Silval Barbosa (PMDB). Nos relatórios finais, que serão expostos na última reunião com o secretariado, nos próximos dias, estaria comprovada a sustentação do governador de que fechará seu segundo mandato “com equilíbrio fiscal e financeiro”, como manda a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 

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A previsão era de que o governador eleito Pedro Taques (PDT) oficializasse ontem novos nomes da sua equipe de secretários, porém o pedetista viajou. Dizem que a viagem foi realizada justamente por que Taques ainda não teria conseguido definir quem ficará no comando da Secretaria de Segurança Pública. 

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Estaria entre os cotados o nome do advogado Paulo Taques, que além de ser parente do governador eleito, é um dos seus homens de confiança.

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Reunião da CCJ foi marcada pelo bate-boca entre os deputados Emanuel Pinheiro (PR) e Alexandre César (PT). Depois que o petista afirmou estar o colega fazendo corpo mole para evitar a investigação da Cooperativa Agroindustrial de Mato Grosso (Cooamat), Pinheiro afirmou que Alexandre César estaria com problemas emocionais pelo fato de não ter conseguido eleger Allan Kardec deputado, o que levou o petista a tomar satisfações.

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Depois de recuar, Ezequiel Fonseca (PP) voltou atrás e apresentou requerimento para questionar a CPI da Cooamat. Alexandre César mandou o documento para análise da procuradoria da Assembleia. 

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